Daniel Campos

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Encontrados 148 textos. Exibindo página 5 de 15.

07/05/2014 - Deixando-me

Deixa-me pra fora
No frio
No vazio
Ao que chora
Sujeito à morte
Por diversas causas
Naturais
Ou não
Mas que importa
Essa questão?

Deixa-me sozinho
Desamparado
Abandonado
Encurralado
Como pássaro
Sem céu
Como serpente
Sem chão
Como louvadeus
Sem mãos

Deixa-me à mercê
Do que não tem
Um porquê
Fico sem
Sentido
Dolorido...
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Deixar, verbo obrigatório

Devagar
Deixa cair os véus
Deixa cair as cores
Deixa cair o que esconde
Deixa, simplesmente, deixa.
Por um instante
A solidão invadirá o seu corpo
E quando isso acontecer
Não se afobe
Não grite
Não fuja.
E quando achar que tudo está perdido
Num gesto sem qualquer ensaio
Abrace-se com o sonho
Aquele que esconde
Que finge não existir.
Sem mais cerimônias
Estará nos emaranhados desse sonho
Este mesmo que escondia...
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Deixas

Deixa germinar um outro tempo
Enquanto a legião da saudade
Aterrisa na solidão clandestina
Dos seus olhos seminus.

Deixa subir nuvens de gafanhoto
E os outros que são outros
Sucumbir em todas as cortesias
Que ficaram atrás da porta.

Deixa o sol ficar a só e a sós
Com nós, o amor já morreu
Não! Não vamos ao passado,
Ao menos, por enquanto.

Deixa para trás os dramas
Enquanto sou a promessa
A defesa e o pior dos sábios...
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02/07/2013 - Deixitudes

Deixa-me ser o seu fantoche
O seu broche
O seu chiclete

Deixa-me ser a sua tosse
O seu arrepio pelo cóccix
O seu pivete

Deixa que eu lhe coce
Deixa que eu lhe roce
E lhe alfinete

Deixa que eu lhe almoce
Deixa que eu lhe endosse
E seja seu joguete.


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30/01/2016 - Delação amorosa

Minha namorada
Meu pé de maracujá
Minha doce amada
Minha flor de ioruba

Meu eterno encanto
Minha boca predileta
Meu poema, meu canto
Minha delação secreta

Meu pedaço de vida
Meu hoje e meu amanhã
Minha estrada florida
Meu affair, meu divã e afã

Minha mulher real
Meu, hum, chiclete
Meu bem, meu mal
Meu infinito flerte


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09/07/2016 - Delícia de amor

Ai que saudade maluca
De te beijar a nuca
E te deixar arrepiada
Que vontade danada
De te beijar, beijar,
Beijar sem dizer nada

Ai que desejo ardente
De te arrancar suspiros
E de ter a gente
Num só eixo aos giros
Pra virar a nosso favor
Na delícia que é o amor.


Comentários Comentários (1)

Delirante

Lá vem ela
Sozinha
Só minha
E com todas as coisas que se quer
E que não eram para se querer
Mais
Nem demais.

Lá vem ela
Que passa
Com graça
Tendo a boca fria
E os olhos em vigia
Vigília.

Lá vem ela
Passo a passo
Cheia de traços
Como as sombras são
Como assombração.

Lá vem ela
Delirante
E distante
Numa leveza violenta
Numa tristeza que atenta
E que ninguém agüenta....
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23/05/2016 - Delírio meu

Será que foi sonho?
Delírio? Alucinação?
Será que eu dormia
Nos braços da ilusão?
Será que o que lia
Era o bendito fruto
Da minha imaginação
Será que era verdade
O que acontecia
Não sei, não sabia
Não saberei
Eu gostei, curti
Amei
Eu não previa
Mas sentia
E a saudade
Nunca se apartou
O tempo passou
A dor esperneou
A poeira baixou
E como eu sentia
Ainda é de carne...
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Demais

Dia a dia
Calo o alarde
Mas ainda me arde
A agonia
Da tua saudade...

Quero teu desespero
Teus atropelos
Quero atender
Teus apelos
E não sofrer
Mais nem demais...

Ah! Teus poemas
Continuam tatuados
Em meus dilemas.
Quero acreditar
No que me tens provado
Mas e se teu
Amor for
Um desses devaneios
Que faço eu?

Ah! Eu não sei mais sorrir
Vontade de me ir
E lhe trazer para os meus seios....
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30/06/2015 - Demão sentimental

Meu coração
Feito pião
Roda de mão em mão
E meu rosto
Vai levando
Demão atrás de demão
Para esconder a solidão


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