Daniel Campos

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Encontrados 217 textos. Exibindo página 1 de 22.

22/01/2014 - Cabimento

Abra
As cortinas
Das retinas
E enxerga
O abracadabra
De nós dois
Não nega
Ou sossega
O antes
O agora
O depois
Das nossas linhas
Vizinhas
E saiba
Advinhas
No que arde
De furor
Que tudo cabe
Onde caiba
Teu amor


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04/05/2016 - Caborge

E quando a lua
Chora orvalho
Pela falta de Jorge
O universo insinua
Num tal de caborge
A noite menstrua
E o mar
A la Zé Ramalho
Toma a rua.


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05/08/2015 - Cada um de nós dois

Um dia a gente se vê
E quem sabe o destino
Nos muda de lugar
E eu viva as suas dores
E você os meus amores
Ou vice e versa
Não me peça mais nada
Além de ser minha mulher
Amada até perder de vista
O futuro não é florista
E nem garimpeiro
As flores e as pedras
Chegam sem rotinas
Então minha menina
Viva sua sina por inteiro
Que eu vivo meu entrevero
Cada um na sua passada
E os dois numa só estrada...
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Cadê

O relógio me mata
Me maltrata
Com sua pata
Ou será ponteiro?
Eu, prisioneiro
No gueto
Da tua falta.
Eu, veleiro
Arrastado pela maré alta
Da saudade
Que invade e arde.

A cada minueto
Entre terra lua e sol
O tempo acende uma nova vela
Para comemorar a idade
Da minha solidão
E o que era um curta-metragem
Tua ausência fez novela.

O que era um assobio
Uma bobagem...
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09/01/2014 - Cadê o sorriso?

Cadê o sorriso?
Cadê o sorriso que apaixonou
A cada palavra
A cada expressão
A cada olhar
Cadê, cadê, cadê o sorriso?
O vento carregou?
A chuva apagou?
O tempo levou?
Cadê o sorriso nesta boca fértil
De sorrisos, de risos, de gargalhadas?
Cadê o sorriso sonoro?
Cadê o sorriso plástico?
Cadê o sorriso mais belo
Do mundo dos risos?
Cadê o sorriso
Na boca
Nos olhos
No rosto...
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30/03/2014 - Cadê suas mãos?

Minhas mãos acordaram
E perguntaram
Cadê suas mãos?
Por que temos de seguir sozinhas?
Por que temos de continuar vazias?
Por que temos de ir desprendidas
Das suas mãos?
Suas mãos, suas mãos, onde estão?
Onde estão suas mãos senão
Em minhas mãos?
Cadê, cadê suas mãos macias
Perfumadas de fantasias e fascinação?
Minhas mãos não se convenceram
Da falta das mãos que jamais esqueceram
As suas, as suas mãos...
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Comentários Comentários (2)

Café ipanema

Ondas enluaradas
Pássaros ao som do luar
Nasciam madrugadas
Estrelas caiam a cantar
Canções de um mesmo tema
Soavam no café ipanema
Num tempo de ilusão.

Um piano, não
Uma poesia, não
Uma aquarela, não
Foi só imaginação
A lua é tão vazia
Morreu a fantasia
Um barquinho, ia
Uma primavera, ia
Um violão, ia
Ia se tornando nostalgia
Naquelas noites
Embriagadas de melodia
Em tão falsas namoradas...
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22/07/2015 - Café jacarandá

Café sobre a mesa
Olhos de jacarandá
Cheirando à certeza
De que a mulher
É a corsária do mar
Saqueando corações
Alimentando ilusões
Nas ondas do amar

Entre um e outro café
Lágrimas arroxeadas
Vão deslizando
Chegando até aos pés
Da mulher amada
Que é o princípio e o fim
De toda e qualquer estrada
Vislumbrada
Pela criatura apaixonada


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25/09/2014 - Cair da tarde

Ruiva
A tarde cai
Pelos flancos do dia
E a mulher
Feita de fogo e lua
Principia
Entre o que se dá
E o que se quer
Da fantasia
De nós dois
Sem antes
Nem depois


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04/04/2016 - Cala a boca Chico

Cala a boca Chico
Deixa de blábláblá
E vai cantar
É pra isso que veio
Larga de ser feio
E vai trovar
Como o Francisco
Que já foi um dia
O bom e velho Chico
Braço da fantasia
Que fazia do pior
Um novo belo dia
Cala a boca Chico
Deixa de quiproquó
Volta a cantar
Que é o melhor
Para todos nós


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